Desembargador nega recurso e mantém afastamento de prefeito que teria pedido propina a banda

O desembargador Arnóbio Alves Teodósio negou o Agravo Interno em Cautelar da defesa do prefeito de Camalaú, Alecsandro Bezerra dos Santos, conhecido como Sandro Môco, que está afastado do cargo desde agosto de 2020 no bojo da Operação Rent a Car, que apurou a ocorrência de crimes de falsidade documental, fraude a licitação e desvio de recursos públicos na Prefeitura do Município de Camalaú.

A defesa pedia a reconsideração a decisão que o afastou do cargo. A situação do prefeito eleito não está fácil.

Em abril deste ano, Sandro Môco foi denunciado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) apontado por corrupção passiva por ter supostamente solicitado vantagem indevida (pagamento de propina em dinheiro) da empresa PRLW Shows Ltda, que é a empresa da banda ‘Pedrinho Pegação’.

Conforme a denúncia, o prefeito entrou em contato por aplicativo de mensagem com o proprietário da banda. Ao final da negociação, Sandro Môco acertou a contratação da banda por R$ 25 mil, mas solicitou ao dono que lhe repasse “o dinheiro do refrigerante”.

Em maio, o Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba, decidiu, por unanimidade, manter a medida que prorrogou por mais 180 dias o afastamento do prefeito do Município de Camalaú, Alecsandro Bezerra dos Santos.

 

PB Agora

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